terça-feira, 30 de abril de 2013



            Falta
              Alta
                 Tá
              Alta
            Falta


sábado, 27 de abril de 2013

Dias cinzas são sempre bucólicos. 
E a divisão do olhar acaba refletido no vidro...
vidas divididas entre a máquina e o homem...
nada está completo. 

Apenas gotas que caem do céu.

Nem eu...
Falta você...
Em você...nem eu!

Apenas gotas caem do céu


Os dias continuam cinza
Continuam bucólicos
Continuam nos vidros
Continuam nas máquinas
Continuam incompletos...

Apenas gotas caem do céu

Incompletos continuam 

Eu no


Dia sem

Você, 

Você no

Dia sem

Mim!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Dúbios sentimentos


Vivo um dilema constante e retórico
Como será nomeado um sentimento conturbado  e paradoxo
Insano e tão  real
De querer o que não se tem
De querer ser livre se é prisão
De querer sentir dor, mesmo que não doa
Querer dormir enquanto os olhos não querem cerrar
Sofrer pela alegria...
Que conturbado!!!
Conflituoso
Distorcido
Colorido
Denso
Catedrático
Calouro
Obduro
Sensível
Pragmático
Semântico
Sonhador
Sonhador de praticidade semântica,
Sensível de sua obstinação de calouro,
Professor carregado de cores distorcidas por seu conflito
Conturbado pela alegria de sofrer em realidade seus mais distantes sonhos
Dolorido pelos carinhos do seu sentimento 
Livre de pudores impostos 
E tão repleto de tudo que se quis
Teus olhos nos meus, teu sorriso nos olhos meus
Tua boca na minha, meus olhos no sorriso teu
Teus dentes na pele, sedosa nos dentes teus
Tuas mãos nas minhas, a minha ...
Ah... a minha... dor semântica na pragmática sua
A minha... ah ...boca nos densos olhos teus
Ah... a minha sensível sofreguidão de querer
A minha...ah...catedrática  prisão colorida nos braços teus!



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Questões e querências


Estou me sentindo triste... Parece que me falta alguma coisa...
Por que razão o coração humano é tão cheio de questões, por que o vazio insiste em tomar conta? 
Mesmo rodeados de pessoas, parecemos perdidos no espaço e no tempo, como se aquela não fosse nossa realidade ou o mundo ao qual pertencemos,
A verdade é que somos solitários sem vivermos na solidão.
E em certas medidas, em certos momentos, a felicidade plena é o verdadeiro pêndulo que Schopenhauer diz. Quero parar esta balança! Quero ter o ponto de equilíbrio. Mas afinal onde ele está? Ou melhor, como encontrá-lo? Será que você pode me dizer...
Afinal, por que não cessa essa tormenta. E por que deste turbilhão? São desejos, sonhos, fantasias, anseios, questões. Sinto-me cansada...
Quero negar sentimentos tão dolorosos e que causam tanto frio e desconforto. Quero sonegar os questionamentos, ou melhor quero me abdicar deles, pois são mesquinhos e dotados de egoísmo, de visão crítica do social e do subjetivo.
Quero parar de buscar aconchego onde me oferecem a carne somente.
Quero sentir o sol arder, refrescada pela brisa, e antes,  encontrar nos ombros duros e na mão caleja o carinho que anseio. Quero olhar de lado e ter a certeza de não ser apenas mais um na multidão, ou na cama o lençol sujo. (by Lu Alessandra Feliciano)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aulas


O texto que vai a seguir é da Bruna Marina
A Bruna é minha aluna, pra falar a verdade ela não é assim, muito íntima e alguém que fale e se expresse, mas isso foi um ledo engano de minha parte.
Depois que li o texto da Bruna, descobri que ela tem muito pra falar.
Os verbos saíram de uma aula, de um desafio. E no final quem foi desafiada fui eu!
Pois ler e desvendar tais linhas me fizeram perceber o quanto tenho a aprender. E o quanto pessoas como a Bruna têm a me ensinar.
Bruna parabéns por seus erros, pois tenho certeza que eles te fizeram vitoriosa e, muito além, te fizeram um ser humano melhor. Sei que você verá tudo, o que já passou ou que, ainda, virá como caminhos para inúmeros prazeres. Assim, como este te causou... "Ah, mas para de falar e põe logo o texto" Eu sei que é isso que estão pensando, tá segue lá. ( o texto não tem título)

Nasci, chorei, mamei.
Cresci, brinquei.Cai, levantei.
dormi, sonhei, acordei.
Cresci, vivi, chorei, sofri.
Amei, enganei, iludi,
desapareci, apareci.
Curti, fiquei, namorei,
dancei, aproveitei, chorei,
sofri,cresci.
Menti, usei, abusei,
perdi, encontrei.
Bebi, (me) droguei.
Chorei, sofri.
Ajoelhei, orei, namorei
(me) encontrei.

Eis-me aqui





Nossa quanto tempo!
As vezes me esqueço de como é vir aqui...de como é por pra fora algumas coisas que gostaria ... no entanto depois de tanto tempo, de tantas mudanças o melhor a fazer é falar tudo!!! Tenho novidades, quer dizer, nem tão novidades assim. Nas férias de janeiro fomos viajar (eu e o Li). Fomos para Jericoacoara, uma praia bem badalada, mas sem badalos, a 380 km de Fortaleza. O lugar é lindo!!! Águas límpidas, clima agradável, gente bonita, por do sol esplendoroso, dunas claras e o amor solto no ar! Fomos para ficar 5 dias, acabamos ficando 8!
Sabe essas coisas que você faz que ficam pra sempre? Foi assim!!!
Acho que posso até parafrasear uma música do 14 bis:
"Foi assim, como ver o mar, a primeira que meu olhos seguiram o teu olhar.
Quando eu dei por mim, nem tentei fugir, do vicio que me prendeu e todo azul do mar."
Resumir os dias, narrar as horas é como esconder detalhes, ou omitir sentimentos.
E estes vem em turbilhões, assolam, devastam, remexem e depois ficam apenas as saudades de tão revoltos momentos.
São estes sentimentos que geram esperança e espera. Espero que não se demore, principalmente os sentimentos.
Mas esta rápida passagem é só pra dar um Up, pois acho que debandei desta página e ela não pode ser abandonada e esquecida, vou por mais uma fotinha só pra constar!
E, ainda, mas em outra vai rolar um texto que não caberia nesta narrativa diarista e saudosista, que mais coube como re-introdução (depois de tanto tempo!). O poema sim é bem construído e falam de muitos sentimentos, estes que precisam de uma introspecção e análise detalhada e profunda para que o desvende e decifre. Fica com a foto por enquanto, até eu digitar o texto.Beijocas e até já já


Lua